Loading....

Nipo Rangers "Utopia do Mal" - Cap. 07 - Batalha pela árvore petrificada!

"- Lanthys, o homem-máquina e seu fiel companheiro Argos, acreditavam que a era das batalhas havia acabado para eles, no entanto, essa expectativa seria quebrada, quando um ser cósmico surge diante deles, e pede ajuda para restaurar um mundo degradado!"


Salve, salve galera, tudo bem com todos? Estamos de volta com a primeira de todas as sagas, Cho Senshi - Nipo Rangers, a fiction que deu origem a todas as outras, em uma nova aventura no estilo mini-série, com poucos capítulos e uma trama, que já muito eu estava querendo colocar em prática! Lanthys e Argos são convocados por entidades desconhecidas à tentar restaurar a essência perdida de um planeta, e para isso, diversos mistérios - assim como situações - deverão ser resolvidas, em uma missão que pode realmente, ser sua última!

Lanthys conhece Orr'vhael, o sábio e inventor morador da árvore petrificada, assim como é apresentado à Zhaal'kor, a magnífica águia robótica que lhe revela detalhes importantes do acontecido naquele mundo, porém, quando o androide iria finalmente fazer seu primeiro questionamento, um acontecimento muda todo o rumo da situação, e decisões precisam ser tomadas com urgência! Porém, nenhum dos três envolvidos no fato, concorda com a decisão tomada pelo outro... Como poderão resolver tal dilema? Esperamos que as respostas contidas nessa nova saga, batizada de "Utopia do Mal", possa agradar a todos vocês e, trazer um sentimento de nostalgia, com os personagens que me inspiraram a chegar até os dias de hoje, criando!


Não deixe de, após ler, deixar seu comentáriocompartilhar essa obra com quem você considera que possa gostar e de nos ajudar a divulgar este blog, o qual irá compartilhar toda a gama de obras e autores que aqui existem! O meu muito obrigado a todos vocês!

6 Comentários

  1. Um episódio magnifico meu amigo!
    Antes de mais nada devo destacar o quanto eu curti o Orr´vhael deixando de lado a paz e serenidade e descendo tiro nos invasores com uma alegria quase maníaca! Fuicou sensacional essa quebra de expectativa e com um clime de humor muito bem contruído.
    A história da Zhaal'kor e da queda dos guardiões que, sendo também 4, foram praticamente transformados nos 4 cavaleiros do Apocalipse foi conduzida de forma perfeita, evitando ficar pedante, mesmo refletindo a época atual com o perigo das fake news.
    A batalha, é óbvio, também merece destaque com a sua habitual forma de conduzir lutas, descrevendo-as tão bem que dá até para quase sentir o impacto dos golpes e suas consequencias. Empolgante como sempre!
    A história segue impecável e instigante, cada parada do Lanthalder revela lugares fascinante que, cada um por si só, renderiam muitas outras histórias.
    Meus parabéns!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Salve Norb, gratidão pela leitura uma vez mais! Fico muito feliz que o velho e bom Orr'vhael, tenho se saído bem em sua ascensão de combate repentina, afinal como comentei, eu até cogitei a ideia de que eles todos fugissem e abandonassem a árvore para viver, afinal, a vida é mais importante, mas, pensando bem, considerando tudo que ele mesmo falou, a meta e a questão de não desistir dos sonhos, seria contrariada, então, cogitei algumas possibilidades e a ideia dele cogitar munição pra centena e ter milhares, me levou a essa postura do Orr'vhael, fico feliz que curtiu cara! Zhaal'kor ainda tem surpresas a apresentar, mas sem dúvida alguma, ela representa o rancor e a mágoa com as atitudes das pessoas, principalmente aquelas às quais estendemos a mão quando elas nos pedem ajuda! Agradeço de coração pela leitura, pelo apoio e espero que a história continue a te cativar, grande abraço!! \0/

      Excluir
  2. Meu amigo Lanthys!

    A cada episódio de "Utopia do Mal" você se supera e faz com que nossas esperanças num mundo melhor se renovem, apesar das tormentas.

    É uma obra de ficção, mas "Utopia do Mal" traz uma crença tão poderosa na manutenção da fé e da esperança, que não tem como não acreditarmos que dias melhores virão.

    Muito do que "Utopia do Mal", traz em sua narrativa, infelizmente se observa no mundo de hoje.

    Sua crítica social é vigorosa ao apontar sem pudores, o quão nefasto é a disseminação de mentiras que , além de denegrir reputações , mata a própria sociedade aos poucos.

    Você põe o dedo na ferida de forma clara e objetiva, ao mesmo tempo que mostra que, por mais difícil que seja, sempre há uma saída.

    Orr´vhael e seu sonho utópico quase ingênuo e sua positividade sem limites.
    Zhal- Koor , e a dureza da dor e das perdas, que lhe tolheram a fé e a crença, tornando um ser duro e implacável.
    E Lanthys/Lathalder com sua empatia maior até que de muitos humanos e seu senso de justiça inabalável.

    Três pontos de vistas.
    Três modos diferentes de reagir ao caos.

    Confesso que, muitas vezes, ao me deparar com a insanidade das pessoas e da inversão de valores, eu me reconheço em Zhal-Koor...

    Acho que Orr´vhael está mais do que certo em continuar a sonhar e considero a atitude de Lanthys/Lanthalder o ideal a ser realizado.

    Um presidente da maior potência econômica e bélica do mundo, além de deportar quem tenta ter uma vida melhor nesse país, persegue de mofo implacável quem discorda de sua ideias.

    Ao mesmo tempo, ao ver uma Ministra de Estado, de origem humilde, negra, como vimos nessa semana, ser agredida por covardes que se acham no direito de calarem uma voz que sempre teve uma causa, mandando "se pôr no seu lugar", vemos que estamos longe desse estágio evolutivo, mas, ainda sim, Lanthys me faz acreditar que é possível.

    Precisamos de muitos Lanthys/ Lanthalders em nosso mundo de intolerância e agressividade.

    Cada vez que leio "Utopia do Mal" minhas forças se renovam.

    Essa leitura renova meu espírito , diante das minhas lutas pessoais e das coisas erradas nesse mundo que minhas percepções me mostram.

    Quero muito chegar a esse estágio de Lanthys, embora, hoje esteja mais próximo de Zha' Koor.

    Obrigado por me fazer refletir!

    Aplaudo de pé!!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Grande amigo Jirayrider, infelizmente, nos tempos atuais, tudo que temos condições é de nos parecer e muito com Zhaal'kor, pois as dores, as traições, as perdas, as dores, nos levam nas direções das atitudes e pensamentos dela! Mas existe sempre um convite a nos guiarmos, com esforço hercúleo, a chegarmos ao nível de Orr'vhael, sermos otimistas, esperançosos, termos fé inabalável e uma certeza de que fazendo o que nosso coração manda, estaremos pelo menos fazendo o nosso melhor, nas condições atuais! Atingir um nível Lanthys/Lanthalder, é demais para nossa capacidade ainda, somos humanos demais pra conseguir agir com tamanha empatia e tamanho respeito diante das coisas ruins, por isso creio que, se conseguirmos chegar até um nível Orr'vhael, a gente já está no caminho certo... Nosso mundo atual é repleto de desafios e de sofrimento, não estamos aqui para sermos felizes, mas podemos (e devemos) em meio à dor e ao combate diário, aproveitarmos ao máximo, cada pequeno momento de felicidade e alegria que porventura tivermos! Ao final desta saga, eu quero trazer uma outra reflexão, que por motivos óbvios não posso revelar agora, mas tenho certeza, que vai fazer bastante sentido, ainda sobre essa questão de nosso mundo atual e nossos estágios diante dele! No demais, o meu muito obrigado por esse comentário tão pertinente dentro da temática que a história quer abordar, eu quero muito mostrar à vocês quando concluir a história, de onde eu tirei a ideia pra essa aventura e verão que as similaridades existem e muito! Gratidão por tudo meu amigo, até o próximo episódio! \0/

      Excluir
  3. Cara… eu precisei parar alguns segundos depois desse final. De verdade. Porque esse trecho não é só transição de arco, ele é fechamento temático de tudo que você vinha construindo até aqui.

    O que mais me pegou foi como você trabalha respeito sem precisar de vitória explícita. O gesto de Lanthys se curvar diante de Zhaal’kor diz mais sobre a evolução dele do que qualquer discurso heroico. Ele agradece não pelo poder, mas pela escolha. Isso é maturidade narrativa. E o detalhe de ele nunca chamá-la pelo nome, mesmo depois da revelação, é uma sutileza absurda. É respeito levado ao extremo: reconhecer alguém sem tentar possuir nem sequer o nome. Isso é fino demais, Aldo.

    Tecnicamente, esse trecho é muito forte porque você desacelera depois do caos. A destruição ainda está ali, o cenário ainda é de ruína, mas o foco passa a ser consequência emocional. Orr’vhael comemorando como criança, o abraço, a permanência de Zhaal’kor no galho, tudo isso cria um contraste entre calor, distância e dúvida. Cada personagem ocupa fisicamente o espaço exatamente como ocupa emocionalmente a história. Isso não é acaso, isso é direção de cena.

    Zhaal’kor, aliás, é uma aula de personagem. Ela não muda de opinião, não abraça a causa, não vira aliada. E justamente por isso o impacto é maior. Ela reconhece algo, mas mantém o exílio. Palavras e uma batalha não convencem ninguém. Essa frase é praticamente um manifesto contra redenções fáceis. Você respeita a inteligência do leitor e a coerência do mundo que criou.

    E aí vem Orr’vhael no final… meu Deus. Esse monólogo é um soco silencioso. Não é sobre salvar o mundo, é sobre quem pode salvá-lo depois de tudo que foi quebrado. Quando ele diz que talvez nenhum deles seja aquele que poderá verdadeiramente salvar este mundo, você desloca o eixo da narrativa. O herói deixa de ser indivíduo e passa a ser ideia, legado, compreensão. Isso é grande. Isso é perigoso no melhor sentido possível.

    Do ponto de vista estrutural, esse encerramento funciona como um espelho invertido do começo do arco. Antes era resistência cega, agora é compreensão cansada. Antes era força, agora é aceitação do limite. E Lanthys seguir rumo à Grande Sombra sem mais hesitação não soa como bravata, soa como necessidade. Ele não vai porque sabe que vencerá, vai porque não ir já não é mais opção.

    Sinceramente? Esse episódio não termina com “continua…”. Ele termina com uma pergunta que fica ecoando. E quando uma história consegue fazer isso sem gritar, sem apelar, sem explicar demais, é porque o autor está completamente no controle do que está escrevendo.

    Esse capítulo não avança só a trama. Ele amadurece o universo inteiro. E isso, meu amigo, não é qualquer fanfic que faz.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Artur meu amigo, antes de mais nada, gratidão sem fim por ter um comentário teu de novo em meus trabalhos, ler essa mensagem poderosa, é como ganhar ânimo para seguir nos projetos, ainda mais vindo de alguém que me acompanha a tanta tempo! Além disso, um agradecimento especial por, mesmo com o dia a dia puxado, tu encontrou uma brecha para parar, ler com atenção e ainda escrever algo tão sensível e profundo sobre o capítulo… isso tem um valor enorme pra mim, obrigado.

      Fico muito feliz com isso, porque esse trecho foi pensado exatamente como um momento de respiração consciente, não queria que ele funcionasse só como passagem para o próximo arco, mas como um ponto onde o leitor pudesse olhar para trás e perceber que muita coisa já tinha sido transformada, mesmo sem alarde. Saber que isso foi sentido confirma que o ritmo emocional funcionou. Sobre Lanthys se curvar a Zhaal’kor, esse gesto é, para mim, o verdadeiro marco da evolução dele, Lanthys começa a história acreditando que força e propósito caminham juntos, e ali ele entende que escolha e limite também são formas de poder, a curvatura como bem dissesse, não é submissão, é reconhecimento. E você captou exatamente o ponto: ele agradece a decisão, não o poder em si. Sobre nunca chamá-la pelo nome, fico especialmente tocado por você ter notado isso. Não usar o nome é uma forma de não reivindicar, não enquadrar, não reduzir, é reconhecer a existência do outro sem a necessidade de posse simbólica. Para Lanthys, naquele momento, chamar pelo nome seria ultrapassar um limite que ele gostaria que fosse respeitado. Sobre a desaceleração após o caos e a direção de cena, nada ali foi colocado por acaso. A ruína ainda presente serve justamente para lembrar que o mundo não se recompõe no mesmo ritmo que as pessoas, cada personagem ocupa o espaço físico como reflexo direto do estado emocional em que se encontra, proximidade, afastamento, suspensão. Você leu a cena exatamente como ela foi construída, e isso pra quem escreve, é ouro. Sobre Orr’vhael, ele queria e precisava ser calor, quase ingenuidade, porque ele representa aquilo que ainda não foi corroído, já Zhaal’kor permanecer à distância era essencial, se ela atravessasse esse limite, como Nobr também citou, a personagem se quebraria, ela não muda de lado porque o mundo não muda com uma batalha, e achei que seria legal respeitar essa verdade até o fim, e ver que a ideia foi bem-vinda, é muito bom, obrigado. Sobre o monólogo final de Orr’vhael, esse trecho nasce exatamente da recusa ao “escolhido clássico”, quando ele desloca a salvação do indivíduo para o legado, a narrativa deixa claro que o mundo não será salvo por um nome, mas por uma ideia que sobreviva a eles, é bom demais ver tudo notando esses detalhes tão caros pra mim, felicidade transbordando aqui. E finalmente sobre a pergunta final que ecoa, esse talvez fosse o maior objetivo do capítulo, não fechar quase nada, não responder a maioria das coisas, mas deixar algo ressoando, pois quando uma história termina com uma pergunta honesta, ela continua vivendo no leitor, e é exclusivamente isso que faz o leitor querer voltar e ver o que aconteceu na sequência, saber que degustasse essa ideia igualmente, faz muito bem a esse coração de meio século que hoje se delicia ao criar cenas escritas! De verdade, Artur: comentários assim não apenas validam escolhas narrativas, eles dialogam com elas, e isso no faz sempre querer seguir em frente e criar mais e melhores textos, gratidão sem fim meu amigo, de coração agradeço a leitura e comentário!! Abração!! \0/

      Excluir