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Ekzyliön - Caso 3 - Aquela que revela!

 

" - Reza a lenda... Quando o céu rasgar-se em fogo e a Terra chorar cinzas, surgirá o Ekzyliön, aquele que carrega o peso dos mundos e a chama da renovação. Dele nascerá o julgamento e a esperança, pois quando tudo perecer na sombra... será nas mãos dele que o destino da luz decidirá permanecer... Ou se extinguir... Mas será apenas uma lenda? ”

Salve, salve galera, tudo bem com todos? Esperamos que sim! Estamos de volta, compartilhando uma novidade que me deixa muito animado: estou lançando meu mais novo trabalho autoral, Ekzyliön (pronuncia-se “équiziliôn”). 

A batalha acontecida durante a manhã na fábrica de bebidas dos irmãos russos, não havia sido diferente das demais, haviam seguido as informações da polícia, encontraram outro caso de agressão desmedida, e novamente um Velkur estava envolvido! Mas tudo havia corrido como sempre, eles chegavem, confrontavam a criatura e a enviavam de volta ao Erebus, no entanto, na mente do jovem, era necessário mudar isso, ele não deveria chegar apenas no momento da tragédia, ele queria se antecipar, evitar o acontecimento, mas, faltava-lhe conhecimento! E em meio a esse desejo de aprendizado, é possível que a luz para essa questão, esteja se aproximando dele... 

Prontos para mais uma visão, do pior e do melhor do ser humano? Então sem mais delongas, com vocês, o novo episódio de Ekzyliön!





Conto com vocês para embarcarem nessa nova aventura comigo uma vez mais e, sempre lembrando, leituracomentárioscompartilhamentos… tudo que faz um escritor apaixonado sorrir de orelha a orelha é sempre muito bem-vindo!


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4 Comentários

  1. Mais um excelente capítulo meu amigo.
    Sem ação, mas com 100% desenvolvimento dos personagens.
    Agora a entidade ganha nome e mostra que realmente o convívio com o rapaz não será tão hamonioso. Eu gostei demais da conversa entre eles.
    A apresentação mais "formal" da Clarysse ficou excelente ela ganha a simpatia do leitor de imediato, mostrando qualidade que podem ajudar muito, ou atrapalhar o protagonista, é algo prá se prestar atenção.
    O arco da senhora Expedita ficou perfeito também, mostra que mesmo os piores criminosos podem ter familiares que não compartilham de suas péssimas escolhas e, quase sempre, para essas pessoas, eles sempre terão salvação, mesmo que os próprios não a queiram.
    O final dela, que também veio muito bem desenhado desde lá trás, se encerra literalmente de forma explosiva, o que vai gerar um bom drama quando ela precisar ser combatida.
    E, não podia deixar de destacar, eu saquei o que você veio fazendo para esconder o nome do "jovem humano" viu? Ficou muito legal.
    Meus parabéns por mais esse excelente capítulo!

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    1. Meu grande amigo Norb, que alegria ler um comentário desses, obrigado mesmo pelo cuidado, pela leitura atenta e por perceber tantos detalhes que, muitas vezes, passam despercebidos numa leitura mais rápida. Fico muito feliz que o capítulo tenha funcionado mesmo sem ação direta, porque a intenção era não ser repetitivo ao estilo tokusatsu, que sempre tem o "monstro do dia", e como compensação, exatamente aprofundar os personagens e deixar as tensões se construírem aos poucos. A entidade, a relação com o rapaz ainda será melhor trabalhada, estamos apenas "pincelando" essa "parceria" e pretendo deixar ela bem mais legal emais detalhada, para se compreender a complexidade da coisa! Quanto a Clarysse, seria impossível tocar essa história sem mais personagens, uma vez que nosso personagem "não sabe de tudo", ele está indo aos poucos e aprendi a lição lá nos primórdios de NeoChangeman, e também com outros escritores no MindStorm, que os personagens não ficam legais quando sabem tudo e entendem tudo, assim, espero, Clarysse venha a ajudar nisso, de completar o personagem principal em tudo que ainda precisa ser explorado e trabalhado! E saber que tudo isso gerou empatia e curiosidade no caríssimo leitor me deixa extremamente satisfeito. O arco da dona Expedita foi escrito com bastante carinho (e dor também), justamente por esse contraste entre o crime e o afeto familiar. Às vezes, o drama mais pesado não está nos vilões, mas em quem permanece acreditando neles, quero mostrar que não é todo mundo, que as pessoas não são 8 ou 80 e que a consciência humana está muito além dessa "simplicidade" de bom ou ruim. Agora, confesso que ri quando você comentou sobre o “jovem humano”, só sair apresentando todo mundo não dá, kkk, e fico muito contente que a construção e o mistério tenham funcionado como planejado. Muito obrigado pelas palavras e pelo apoio constante, comentários assim dão ainda mais força pra seguir escrevendo e criando esses universos que surgem na minha mente, um grande abraço Norb e obrigado por tudo!!

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  2. Grande Lanthys!

    Esse episódio foi o preparativo para a tempestade que virá no próximo episódio, com o gancho no final.


    Espero que Clarisse sobreviva, pois toda a construção dela e do seu modo de agir foi muito bem construída.

    A intuição jornalística dela foi retratada de modo perfeito.

    Jornalistas são assim...

    Mandou bem demais na caracterização.


    Outra parte bacana foi o conflito do jovem hospedeiro da entidade Eryon.

    Eu entendo que certos segredos são difíceis de revelar.

    Mas, também entendo o sentimento do jovem...

    Agir, e enfrentar as entidades que dominam as mentes e almas dos infelizes que sucumbem à possessão , sem um porquê plausível, não é algo fácil...

    É angustiante.

    É como um cego num tiroteio.

    Esse conflito também ficou muito bem narrado, dando todo o uma tenso que será o tom do próximo episódio.

    A coitada da senhora Sebastiana, ao perder o neto nessas condições, morreu por dentro e abriu vreca para o Velkur a dominar.

    Mais uma vítima de si mesma.


    Estou ansioso pelo desfecho.


    Meus parabéns!

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    1. Grande amigo Jirayriderr, muito obrigado pelo comentário tão cuidadoso e sensível. Dá gosto demais ver alguém percebendo exatamente o que foi plantado neste episódio como preparação para a tempestade que vem pela frente. A Clarysse foi pensada para isso mesmo: alguém guiada pela intuição, pela curiosidade e por um senso quase instintivo de verdade. Saber que a essência dela, especialmente esse olhar jornalístico, ficou clara para você me deixa extremamente satisfeito - e também torcendo junto para que ela sobreviva ao que vem por aí... O conflito do jovem hospedeiro da entidade Eryon era algo que eu queria que fosse sentido, não apenas entendido, essa sensação de agir no escuro, de lutar sem todas as respostas, de enfrentar algo maior do que si mesmo, acho que fica muito legal e mostra muito mais sobre a índole do jovem do que da história em si, e isso é bom! Fico muito feliz que essa angústia tenha chegado ao leitor do jeito certo. Quanto a senhora Expedita… o drama dela é talvez um dos mais cruéis, porque nasce da dor, da perda e do vazio de alguém que você tinha a responsabilidade íntima de querer cuidar, quando isso acontece com alguém, a pessoa “morre por dentro”, e como você disse tão bem, acaba abrindo espaço para coisas que jamais imaginaria permitir, tudo por conta da dor incessante... Obrigado mesmo pelas palavras, pelo apoio e pela expectativa sincera pelo desfecho, comentários assim são combustível puro para continuar contando essa história, abração meu amigo!!

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