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Lion-Maru: O rugido da vingança! (Ato 3)

 

" Após a morte brutal de seu irmão, Shimaru abandona qualquer vestígio de uma vida comum. Escolhido por uma espada antiga e assombrado por um poder que pode consumi-lo, ele inicia uma jornada solitária contra a Mantor — uma seita que transforma homens em monstros. Esta é uma história de vingança, silêncio e escolhas irreversíveis, onde cada passo rumo ao inimigo final cobra um preço. ”

Salve pessoal, todos bem? Espero que sim! Então, esta não é uma substituição da obra original. É uma recriação.

Inspirada na série Fuun Lionmaru, esta história nasce do desejo de imaginar como ela poderia ser contada hoje, com um tom mais sério, sombrio e adulto, sem humor, sem concessões, e profundamente focada no drama, no terror e nas consequências das escolhas humanas.

Aqui, acompanhamos Shimaru, não como um herói clássico, mas como um homem empurrado para a guerra pela perda do irmão, o último vínculo com um mundo que ainda acreditava na esperança. Esta mini-série é inteiramente dedicada à sua jornada de vingança, ao peso que ele carrega e ao preço de empunhar um poder que pode salvar… ou condenar tudo.

O que você pode esperar desta mini-série:
  • Textos mais curtos e diretos, pensados para a leitura nos tempos acelerados de hoje
  • Uma narrativa mais densa, sombria e emocionalmente carregada
  • Conflitos físicos e psicológicos, onde cada vitória cobra um preço
  • Uma abordagem madura sobre poder, humanidade e propósito

Este é apenas o início da jornada, se você gostou da proposta:

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E agora, sem promessas de finais felizes, sigo com apenas a promessa de uma história contada com verdade. Bem-vindo à vingança de "Dan Shimaru, 21 anos, um homem de coragem, que aposta na própria juventude, e luta sozinha, contra o temível Mantor do Diabo!"


Conto com vocês para embarcarem nessa nova aventura comigo uma vez mais e, sempre lembrando, leituracomentárioscompartilhamentos… tudo que faz um escritor apaixonado sorrir de orelha a orelha é sempre muito bem-vindo!


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5 Comentários

  1. "Não por orgulho. Não por desespero. Mas porque é necessário.”...

    Essa frase é a síntese do capítulo.

    Shimaruu só usa o poder de Lion-Maru, quando não há alternativa.

    Modo econômico.

    Essa linha narrativa é genial, pois mostra que Shimaru não é um hospedeiro passivo.

    Há um conflito claro com a entidade bestial.

    Pra mim, é o toque Lanthys na mitologia do Lion-Maru, trazendo uma nova nuance; não só ao herói protagonista, mas para o modo como um heroi se comporta quando tem poder.


    Eu amei!

    Maravilhoso!

    Repito: esse é o Lion-Maru que eu queria ver!

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  2. Lion-Maru ou, Lion Man é , ppr natureza, forjado à batalhas ferozes.

    Isso estará presente em todo o episódio .

    É chover no molhado dizer que você escreve as cenas de modo cinematográfico.

    Não me atentarei mais a isso, nas próximas análises.

    No entanto, o que que quero destacar é como você tem desenvolvido o Shimaru.

    Um homem que lutava por justiça e, em memória do irmão.

    Não luta pra se aparecer , tipo : "sou poderoso, sou o cara".

    Isso que eu denomino de "luta em modo econômico " é a grande sacada da narrativa, pois a tendência é que a fera bestial qie concede o poder a Shimaru, entrará em conflito com ele.

    O neu interesse é como você vai conduzir essa questão.

    Ou seja, meu foco é a alma do personagem.

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    1. Meu irmão, gratidão pelas palavras! Quando você destacou “Não por orgulho. Não por desespero. Mas porque é necessário.” como a síntese do capítulo… você entendeu tudo, nem a cena, nem o poder, nem o espetáculo, você entendeu o espírito da coisa. Você percebeu exatamente o que eu quis construir: Shimaru não é um recipiente, ele não é um palco para o Lion-Maru brilhar, ele é um homem, um homem ferido, consciente, que escolhe quando usar o poder, e principalmente quando não usar. Essa “luta em modo econômico” que você nomeou com tanta precisão… é maturidade. Maturidade que veio precoce e à força, e que forjou responsabilidade, caráter. E você também captou o conflito, não o externo, mas o interno, a entidade bestial não é só força, ela é impulso, instinto, excesso. Já Shimaru é memória, é dor e propósito. Esse choque é inevitável, e você ter direcionado seu olhar para a alma do personagem… meu amigo, isso é coisa de quem escreve com alma também como sempre digo. Quando você diz que esse é o Lion-Maru que queria ver… isso me honra profundamente, porque estou tentando não escrever apenas batalhas, quero escrever escolhas, quero escrever seres que carregam poder, mas não se deixam possuir por ele. Você sempre vai além do óbvio, foi além das cenas cinematográficas — e você sabe que eu gosto de construí-las — você escolheu olhar para o silêncio entre os golpes, para os porquês, e é ali que mora a história. Obrigado por ler com essa profundidade, obrigado por enxergar o Lanthys ali dentro, e obrigado por se importar com a alma do personagem — porque, no fim, é ali que a história respira. Seguimos juntos, meu irmão, na batalha… e na essência.

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  3. Um excelente capítulo.
    Foi um pouco maior que os anteriores e aqui senti você mais à vontade, descrevendo bem todas as cenas, principalmente as de ação e pormenores de cenário, desenvolvimento de personagem.
    Esse Lion Man é em tudo superior aos que minhas (poucas) lembranças me permitem atentar à série original e, de longe, é mais interessante que a versão Lion Man G, que mal consegui ver o primeiro episódio.
    Gosto muito quando, em fanfics de temática Tokusatsu, o autor vai além do que a série original fazia, com aqueles clichês já cansativos de décadas de histórias "engessadas" e aqui você mostra bem isso, ao distanciar muito seu personagem do original que era bem tosco, o que era aceitável pela época que foi produzido, mas não seria bem aceito hoje em dia.
    Sua atualização, muito mais brutal, trouxe um respiro a esse tipo de produção, aproximando-o de tokusatsus mais "adultos" como o Garo, por exemplo.
    Mandou muito bem! Parabéns

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    1. Meu irmão… que análise boa de se ler, sério mesmo. Porque tu não comentou só a empolgação, tu comentou a construção, e isso é vital pra gente melhorar o que pode ser melhorado, mesmo que por vezes nem seja o sugerido! Fico muito feliz que tenha percebido que eu estava mais à vontade nesse capítulo, depois de nossa conversa decidi exigir menos "do menos" e me permiti "alongar" um pouco mais as descrições, e no final foi exatamente essa sensação durante a escrita. Sobre o Lion Man… confesso que ler que ele é superior às memórias da série original me dá uma satisfação tranquila, não vaidosa, mas de missão cumprida (em construção ainda), porque meu objetivo nunca foi competir com o passado, mas me distanciar dele e criar um personagem baseado e inspirado, mas pegando algo que nasceu dentro das limitações técnicas e narrativas daquela época e perguntar: “E se ele tivesse nascido hoje?” Claro que um roteirista gabaritado e experiente teria feito muito melhor, mas tu tocou num ponto que considero central: fugir dos clichês engessados. Não por desrespeito ao material original, mas porque a maturidade da gente mudou e exige isso, o que antes era aceitável como ingenuidade heroica hoje soa raso, e eu não queria um herói que gritasse frases de efeito e resolvesse tudo com uma pose, quero um personagem que carregue um fardo, um dilema, um legado, que erre, que escolha, que pague o preço por suas escolhas igualmente. Essa brutalidade que você mencionou não é só estética, é moral, emocional, eu creio que ela aproxima o universo de algo mais próximo de produções mais adultas, como bem mencionou, Garo, onde o heroísmo não é limpo, é sangrado, é cobrado, é testado, e nem sempre desejado, por vezes uma atitude parece heróica aos olhos comuns, mas para o "herói", tem sentimento totalmente avesso a esse pensamento ou visão... Saber que tu percebe essa intenção me deixa particularmente satisfeito, porque sei que teu olhar é atento à coesão, ao ritmo, ao desenvolvimento consistente, tu não se deixa levar apenas pela empolgação da ação, tu observa estrutura, expõe ela quando sente espaço pra isso, e confesso, grande parte dos meus crescimentos como autor, se devem a esse tipo de atitude! Lógico que receber elogio é bom, mas elogio, as vezes é só isso, tu não precisa ler e prestar atenção pra elogiar, mas pra tecer comentários, pertinentes e coerentes sobre a obra, somente quem lê com atenção e interesse, consegue falar! Obrigado por isso meu amigo, de coração. Teu comentário me anima não só como amigo, mas como escritor, porque me mostra que o caminho de densificar, de atualizar com responsabilidade está funcionando. Sigamos elevando o nível, sem nostalgia vazia, sem engessamento, com respeito ao passado, mas coragem (e humildade pra se corrigir se preciso) e ir além. Grande abraço Norb!! \0/

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