Inspirada na série Fuun Lionmaru, esta história nasce do desejo de imaginar como ela poderia ser contada hoje, com um tom mais sério, sombrio e adulto, sem humor, sem concessões, e profundamente focada no drama, no terror e nas consequências das escolhas humanas.
Aqui, acompanhamos Shimaru, não como um herói clássico, mas como um homem empurrado para a guerra pela perda do irmão, o último vínculo com um mundo que ainda acreditava na esperança. Esta mini-série é inteiramente dedicada à sua jornada de vingança, ao peso que ele carrega e ao preço de empunhar um poder que pode salvar… ou condenar tudo.
O que você pode esperar desta mini-série:
- Textos mais curtos e diretos, pensados para a leitura nos tempos acelerados de hoje
- Uma narrativa mais densa, sombria e emocionalmente carregada
- Conflitos físicos e psicológicos, onde cada vitória cobra um preço
- Uma abordagem madura sobre poder, humanidade e propósito
Este é apenas o início da jornada, se você gostou da proposta:
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E agora, sem promessas de finais felizes, sigo com apenas a promessa de uma história contada com verdade. Bem-vindo à vingança de "Dan Shimaru, 21 anos, um homem de coragem, que aposta na própria juventude, e luta sozinha, contra o temível Mantor do Diabo!"











2 Comentários
Grande Lanthys!!
ResponderExcluirO conceito de luta em modo econômico, brilhantemente introduzido no capítulo anterior, aqui foi explorado com mais ênfase, e pra mim esse é o charme da sua versão do Lion-Maru.
Shimaru domando a fera ancestral, sedentas de sangue, fazendo apenas o necessário.
Magistral!
Esse conceito é para autores diferenciados, que não ficam tentados a colocarem o protagonista com o poder absloluto.
Shimaru vai usando o seu poder de forma contida, quase homeopática, analisando racionalmente todas as possibilidades e expandindo-o quando estritamente necessário.
Eu confesso que adorei esse conceito.
Como disse, poucos autores se atrevem a percorrê-lo.
O monstro serpentina, com seu feitiço disse que pra vencer não era preciso só força.
Por ironia do destino, ele provou do seu próprio veneno.
Shimaru lutou com consciência e o venceu, justamente porque domou a fera lendária que lhe confere o poder.
Maravilhoso!
Não poderia deixar de mencionar a frase síntese do capítulo : " Sempre há uma escolha…"
Os cultistas fanáticos e covardes que sacrificaram crianças tiveram escolha e optaram pela covardia.
A sentença de Shimaru foi mais pesada que a lâmina afiada de uma katana.
Matou a pau!
Aplaudo de pé!
Mais um excelente capítulo.
ResponderExcluirTá sendo interessante ver a caminhada desse Shimaru na direção da batalha contra o Mantor do Diabo.
É algo que quase nunca vejo (no momento não lembro de nenhuma) em obras de tokusatsu em que os protegonistas chegassem a ficar em conflito com seus poderes, ou melhor em até onde usá-los, muitas vezes os personagens só usam e ok. Zero consequencias, zero dificuldades.
Dito isso tanto as cenas de ação como as contemplativas mantem seu "toque pessoal", sua habilidade de desenhar, mas com palavras, cenas que o leitor consegue visualizar perfeitamente.
Mandou bem demais amigão! Parabéns!