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Ekzyliön - Caso 5 - A calmaria antes da tempestade!

 

" - Reza a lenda... Quando o céu rasgar-se em fogo e a Terra chorar cinzas, surgirá o Ekzyliön, aquele que carrega o peso dos mundos e a chama da renovação. Dele nascerá o julgamento e a esperança, pois quando tudo perecer na sombra... será nas mãos dele que o destino da luz decidirá permanecer... Ou se extinguir... Mas será apenas uma lenda? ”

Salve, salve galera, tudo bem com todos? Esperamos que sim! Estamos de volta, compartilhando uma novidade que me deixa muito animado: estou lançando meu mais novo trabalho autoral, Ekzyliön (pronuncia-se “équiziliôn”). 

Clarysse e Khalamyr finalmente conseguem um momento para conversar e entender quem são e porque, ela sente que ele tem informações que farão a diferença em seu entendimento de mundo, e ele sente que de alguma forma pode confiar nela, mesmo sendo tão arredio a conversas...

Os dois parecem conseguir uma maneira de demonstrar suas sinceridades um para com o outro e porque um está aparentemente apostando no outro para conversar, quando uma nova interrupção surge, a informante de Clarysse envia uma mensagem que pode unir os dois jovens nessa aventura, em definitivo!

Seria possível que Clarysse fosse mais do que aparenta? Ou estaria Khalamyr sendo iludido pela beleza, simplicidade e curiosidade da jovem? É o que começaremos a desvendar à partir desse episódio! Prontos para mais uma visão, do pior e do melhor do ser humano? Então sem mais delongas, com vocês, o novo episódio de Ekzyliön!






Conto com vocês para embarcarem nessa nova aventura comigo uma vez mais e, sempre lembrando, leituracomentárioscompartilhamentos… tudo que faz um escritor apaixonado sorrir de orelha a orelha é sempre muito bem-vindo!


E antes de ir embora, nunca esqueça: 

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4 Comentários

  1. Grande Lanthys!

    Vou te fazer uma provocação ( rsrsrs)

    Foi o Jirayrider_Decade que escreveu esse capítulo?

    Mais Jirayrider impossível.

    Capitulo com diálogos intensos?

    Não tô te reconhecendo...

    Kkkkkk.

    Brincadeira...

    Não chame o Grund-Tharg pra me bater não.

    Sou suspeito pra falar.

    Me reconheci escrevendo esse capítulo.

    Toda as nuances da conversa d
    de Clarysse com Loren e Esther, suas companheiras.

    Até o "sua safadinha" eu me identifiquei.

    Depois, o encontro dela com Khalamyr.

    O jeito que você conduziu o diálogo, as pausas, o subtexto, as entrelinhas...

    Sem forçar um romance rápido.

    Um respeitando o tempo do outro.

    Cuidado que o Pokemon e eu tivemos com a Jun e o Ryu em Amizade Estelar.

    Eu adorei mesmo!

    E o gancho final , agora com Khalamyr e Clarysse se dirigindo para o local do novo e pesado incidente.

    O próximo capítulo promete ser um divisor de águas.

    Tú jogaste o sarrafo lá em cima.

    Tô ansioso pra ler o próximo capítulo.

    O bicho vai pegar.

    Arrebentou!


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    1. Meu querido Jirayrider, confesso que dei boas risadas lendo teu comentário! Essa provocação foi daquelas boas, porque vindo de ti ela tem peso, e também carinho. E olha… se tu te reconheceu escrevendo esse capítulo, então considero isso um baita elogio, porque eu sei o cuidado que tu sempre teve com diálogos, com as pausas, com o que fica nas entrelinhas.
      Talvez alguma coisa do teu estilo tenha mesmo ecoado ali sem eu perceber, a gente lê, convive e admira certos autores, e quando vê… um pouco daquela sensibilidade acaba entrando no nosso jeito de escrever também. Fico muito feliz que tu tenha percebido as nuances da conversa da Clarysse com Lorien e Esther, porque aquela cena foi escrita com bastante calma, tentando deixar a naturalidade da amizade aparecer, inclusive com o inevitável “sua safadinha” que a situação pedia. E quanto ao encontro com Khalamyr, a intenção foi exatamente essa que tu captou: deixar o momento respirar, sem atropelar nada, sem forçar romance, apenas duas pessoas se reconhecendo no silêncio, no respeito, no tempo certo das coisas. Saber que tu percebeu isso me deixou realmente contente. Agora… quanto a chamar o Grund-Tharg… fica tranquilo. Por enquanto ele continua guardando o machado dele kkkk. Mas sim… tu acertou numa coisa: o próximo capítulo realmente vai mexer bastante nas peças do tabuleiro, assim eu espero pelo menos, então segura essa ansiedade aí, porque o incidente que está vindo… não veio pra ser pequeno. E obrigado mesmo pela leitura atenta, pelo comentário generoso e pela amizade de sempre, saber que tu está acompanhando a jornada de Ekzyliön torna tudo ainda mais especial. Grande abraço, meu amigo! \0/

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  2. Um capítulo de pausa e respiro excelente e necessário.
    Não ficou longo, mas ficou muito bem feito e equilibrado, sem exageros, o que poderia deixar o texto cansativo e desinteressante se pesasse demais a mão.
    Desenvolveu muito bem Khalamyr e Clarysse e ainda deu o tempo certinho para destacar as colegas do jornal dela.
    E destaco tbm as pequenas inserções de detalhes dos passados deles, suas infâncias e famílias, que podem retornar no futuro para ainda mais aprofundamento, outra ótima sacada.
    O título está cada vez melhor. Parabéns!

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    1. Grande Norb, muito obrigado pelo teu comentário e pela leitura sempre atenta. É algo que valorizo bastante, não apenas neste capítulo, mas em todo o acompanhamento que tu tens feito dos meus trabalhos ao longo do tempo. Fico especialmente satisfeito por saber que o capítulo transmitiu exatamente a intenção que eu tinha ao escrevê-lo: um momento de pausa e respiro dentro da narrativa, às vezes esses capítulos são delicados de equilibrar, porque precisam desenvolver personagens e aprofundar relações sem perder o ritmo da história. Saber que, na tua leitura, ele manteve esse equilíbrio é muito gratificante. Também me alegra que tenhas percebido o cuidado no desenvolvimento de Khalamyr e Clarysse, assim como o espaço dado às colegas da redação, esses pequenos momentos ajudam a dar mais vida ao ambiente e às relações ao redor da protagonista. Quanto às referências aos passados deles, realmente são elementos que eu considero, irão sim voltar mais adiante, gosto de plantar algumas sementes na narrativa que, no momento certo, possam ganhar um novo significado dentro da história e permitir surpreender até eu mesmo no contexto do que vai acabar acontecendo. Agradeço também pelas palavras sobre o título, comentários como o teu sempre ajudam a perceber como o texto está chegando a quem lê. Mais uma vez, obrigado pela leitura, pela atenção e pelo incentivo constante, um grande abraço meu amigo. \0/

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