No capítulo anterior:


Os Batarangers entraram em contato mais uma vez com a BataBase e eles estão aguardando o resgate para sair da Ilha das Rosas.



Capítulo #22 – O resgate



Ilha das Rosas


Enquanto os Batarangers esperavam a BataLancha no cais para o resgate, Tarso estava um pouco afastado dos demais, olhando para a direção do mar, pensativo.

Cris percebeu e foi até seu primo.

Cris: “Ei, cara, tá tudo bem?”

Tarso: “Sim, primo, estou bem.”

Cris: “Então, se está bem, por que está afastado da gente?”

Tarso: “Por nada. Eu só queria ficar um pouco sozinho para refletir. Finalmente vamos sair daqui e vou poder cumprir minha promessa à Simone, que era levar Sabrina de volta a ela.”

Cris: “Sim, vamos devolver Sabrina a ela. Ela nunca vai esquecer de você.”

Tarso: “Ela não vai se esquecer de nós, você quer dizer. Somos uma equipe, esqueceu?”

Cris: “Claro que não, primo, mas eu digo que ela não vai esquecer de você, porque ela recorreu a você para encontrar Sabrina.”

Tarso: “E coloquei vocês nesta enrascada. Olha onde nós estamos agora!”

Cris: “Não foi culpa sua, foi de Araki e Lahm. Eles sequestraram Sabrina, além de nós. Tudo faz parte do plano deles.”

Tarso: “Sim, Cris, mas nada teria acontecido, se eu não tivesse os envolvido nisso.”

Cris: “Que nada, primo. Como você disse, somos uma equipe e ninguém fica para trás. Porém, Simone vai ficar extremamente agradecida mais a você do que a qualquer um de nós.”

Tarso: “Talvez, mas não seria nada sem vocês. Por vocês e para que a missão seja cumprida, eu daria até minha vida.”

Cris: “Eu também, primo.”

Os dois se abraçaram.

Cris: “Vamos lá nos juntar aos outros.”

Tarso: “Certo.”

Os primos se juntaram aos outros, para aguardar o resgate.


***


Cerca de vinte minutos depois, os Batarangers avistaram algo que movia no mar.

Sabrina: “Batarangers, olhem! Será que é o barco?”

Aline: “Não é barco, é uma lancha, a BataLancha. Parece que é, sim.”

A embarcação aproximava-se cada vez mais do cais. Os Batarangers começaram a agitar os braços, para chamar atenção.

A BataLancha aportou no cais. Era uma lancha toda preta com o emblema da F.E.B.. De dentro da lancha, saiu um rapaz negro e magro, que era o piloto da lancha. Ele prestou continência aos Batarangers e disse:

“Batarangers, meu nome é André Lima, piloto da BataLancha. Fui designado pelo Comandante Lopes para resgatá-los desta ilha.”

Cris: “Muito prazer. Você chegou em ótima hora. Temos que sair daqui logo.”

Lima: “Ótimo, mas o comandante não disse que tinha mais gente.”

Ele disse olhando para Sabrina e Felícia.

Cris: “Ah, elas são nossas amigas. Elas vão vir com a gente.”

Lima: “Bem, a lancha é um pouco apertada, mas dá para caber todos nela.”

Cris: “Ótimo. Então, podemos ir?”

Lima: “Claro. Vamos entrando.”

Os Batarangers foram entrando um por um na lancha. Quando chegou a vez de Sabrina, ela parou e viu que Felícia continuava parada no cais, olhando na direção da mata. Sabrina foi até Felícia e perguntou:

“Ei, Felícia, o que houve?”

Felícia: “Eu...estou com...medo. Eu nunca... saí da ilha.”

Sabrina: “Não precisa ter medo. Você está protegida com os Batarangers.”

Felícia: “Eu...não sei, Sabrina. E se não gostarem de mim lá no continente? Vocês disseram que tem gente gentil, mas... e se não tiver?”

Sabrina: “Os Batarangers prendem aqueles que não são gentis. Graças a eles, a cidade ficava mais segura.”

Felícia: “Vou confiar em vocês. Então, eu vou.”

Sabrina deu pulos de alegria e segurou a mão de Felícia.

Sabrina: “Ótimo. Então, vamos.”

Elas entraram na BataLancha e a embarcação foi afastando-se da Ilha das Rosas.

Finalmente, estavam livres daquela ilha!



No próximo capítulo:


O comando da F.E.B. vai atrás de informações sobre a morte de Pedro Lahm.