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Ekzyliön - Caso 4 - Luto e libertação!

" - Reza a lenda... Quando o céu rasgar-se em fogo e a Terra chorar cinzas, surgirá o Ekzyliön, aquele que carrega o peso dos mundos e a chama da renovação. Dele nascerá o julgamento e a esperança, pois quando tudo perecer na sombra... será nas mãos dele que o destino da luz decidirá permanecer... Ou se extinguir... Mas será apenas uma lenda? ”

Salve, salve galera, tudo bem com todos? Esperamos que sim! Estamos de volta, compartilhando uma novidade que me deixa muito animado: estou lançando meu mais novo trabalho autoral, Ekzyliön (pronuncia-se “équiziliôn”). 

O jovem e a moça chamada Clarysse começavam, aos poucos, a se entender, quando a atenção de ambos foi capturada por uma senhora agindo de maneira estranha na pequena praça. Ao se aproximarem, algo muda, não apenas sua postura, mas o olhar da idosa, que se torna repentinamente ameaçador. Em um piscar de olhos, o caos se instala.

A partir daquele instante, o jovem sabe que não há espaço para hesitação, a ação tem de ser precisa, cada segundo conta, e desta vez, algo é diferente: não bastaria ao jovem, destruir o mal, em seu íntimo, pulsava uma vontade mais perigosa, a de salvar por completo uma vida.

Seria possível libertar alguém da influência de um Velkur e devolver à vítima aquilo que lhe foi arrancado? O jovem não tinha certeza, ainda assim, estava disposto a pagar o preço mais alto para descobrir.

Prontos para mais uma visão, do pior e do melhor do ser humano? Então sem mais delongas, com vocês, o novo episódio de Ekzyliön!





Conto com vocês para embarcarem nessa nova aventura comigo uma vez mais e, sempre lembrando, leituracomentárioscompartilhamentos… tudo que faz um escritor apaixonado sorrir de orelha a orelha é sempre muito bem-vindo!


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4 Comentários

  1. Grande Lanthys!

    Episódio de fazer as lágrimas escorrerem sem medo de julgamentos.

    Episódio repleto de imagens fortes e lições, preciosas e profundas...

    Primeiro com o gesto humano de acolhimento do jovem Khalamyr (finalmente revelado o nome, rsrs) com a pobre Expedita.

    O surgimento da entidade Eryon em sua plenitude , também foi muito bem narrado.

    A luta contra o Velkur , como sempre, escrita como se fosse uma sequência cinematográfica, que prende o leitor.

    A evolução da interação de Khalamyr com a repórter Clarice, também é digna de nota .

    Se vai virar romance ou não, só o tempo vai dizer...Mas, a construção dos dois personagens está sendi feita co muito cuidado e sem pressa e isso me agrada muito.

    Mas, a cereja do bolo , sem dúvida foi a carta do neto da sofrida Dona Expedita....

    Você, de modo muito tocante e com muita sensibilidade,trouxe luz onde só havia trevas. Isso me surpreendeu.

    O alento que as palavras do neto amado trouxe à sofrida senhora, nos faz acreditar que, apesar das trevas aparentemente se instalarem e reinaram, a luz existe e brilha .

    Parabéns!

    Mandou bem demais !

    Te agradeço pela leitura tão reconfortante!


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    1. Meu amigo, ler um comentário desses é daquelas coisas que fazem a gente parar um pouco, respirar fundo e agradecer de verdade. Fico muito feliz que o episódio tenha te tocado assim, sem filtro, do jeito que a história pede mesmo. A ideia sempre foi essa: não suavizar o que dói, mas também não abandonar a humanidade no meio do caos.

      O Khalamyr nasceu exatamente desse contraste, desse gesto simples de acolher quando tudo ao redor parece ruir, então saber que isso chegou até você com a força que eu imaginei é recompensador demais. A Expedita… confesso que foi uma das partes mais difíceis e mais sinceras de escrever. Ela carrega muitas dores que a gente vê (e vive) por aí.

      Eryon e Velkur representam bem esses extremos que se chocam, e fico feliz que a luta tenha passado essa sensação quase cinematográfica, porque na minha cabeça ela sempre aconteceu assim, cena por cena. Já a Clarysse… ela cresce junto com o Khalamyr, sem pressa, sem atalhos, como as relações mais verdadeiras costumam ser. Se isso vai virar romance ou não, realmente só o tempo dirá — e tu sabe, eu prefiro que seja assim.

      Agora, a carta… essa foi escrita com o coração completamente aberto. A ideia era exatamente essa: mostrar que mesmo quando tudo parece tomado pelas trevas, um gesto, uma palavra, um vínculo verdadeiro ainda pode acender luz. Que nem tudo é o que parece, que pré-julgar é errado, porque não estando no lugar do outro, não dá pra dizer, "ah ela foi protetora demais", ou "ah, ele escolheu se aliar ao crime", até com relação a polícia, sempre se diz "ah, mataram, só pode", mas nesse caso houve o catalizador Leonel, e embora a truculência comum e que provavelmente houve ali, eu quero deixar explícito que não se deve pré-julgar, é preciso analisar antes... Saber que isso te surpreendeu e te trouxe esse sentimento de alento me deixa profundamente grato.

      Obrigado mesmo pela leitura atenta, sensível e generosa. Comentários assim não só confortam, como dão força pra continuar escrevendo e acreditando na história. De coração, muito obrigado! \0/

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  2. Um capítulo muito bom. A batalha do começo, do Eryon contra o Velkur, enquanto o agora nomeado Khalamyr protegia a dona Expedita foi muito bem descrita, gostei muito de como você deixava claro a imponência do Eryon, em total contrapartidada à degradação e putrafação do demônio, sem deixar de lado as ações do jovem que divide sua existência com o ser divino.
    Gostei muito tbm do destaque para o que aconteceu com a Dona Expedita e a carta de seu neto foi muito comovente, traendo à tona que, às vezes, as pessoas conseguem se manter à parte do meio em que vivem, mas, na maioria delas, o ambiente acaba por corrompê-las.
    Curti tbm o lance dela ter percebido que seu neto deveria ter ouvido a mesma voz demoníaca e, ainda assim, as palavras dele, conseguiram dar um pouco de paz à pobre senhora.
    Tá mandando bem demais nesse título amigão! Parabéns!

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    1. Meu amigo, muito obrigado mesmo por esse comentário tão cuidadoso. Fico feliz demais que a abertura com a batalha tenha funcionado pra você, porque a ideia ali era exatamente essa: mostrar o contraste gritante entre a imponência do Eryon e a degradação quase doentia do Velkur, sem perder de vista o Khalamyr no meio disso tudo, fazendo escolhas, sentindo o peso de dividir a própria existência com algo tão maior que ele.

      A Dona Expedita é um ponto sensível da história, e saber que a parte dela e a carta do neto te tocaram assim me deixa muito satisfeito. Essa reflexão sobre o ambiente corromper — ou tentar corromper — as pessoas é algo que eu quis trazer de forma bem humana, sem maniqueísmo fácil. Nem todo mundo consegue se manter inteiro, e quando consegue, geralmente paga um preço alto por isso.

      Essa percepção dela, de que o neto provavelmente também ouviu aquela mesma voz, mas ainda assim escolheu palavras de amor, era essencial pra fechar o arco com um pouco de paz, mesmo que não seja uma paz perfeita. Às vezes é só um respiro… e já é muito.

      Fico realmente feliz em saber que o título está te prendendo e que você está curtindo o caminho. Comentários assim dão um gás enorme pra continuar. Obrigado de coração, amigão! \0/

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