Iniciativa M.I.N.D.S.T.O.R.M Apresenta:

MERAK, A RAINHA DA MAGIA
O campo mágico, território onde nasce a magia. Essa energia inexplicável que circula todo o mundo, todas as dimensões, universo e multiverso.
A magia está em todos os lugares.  Está nas plantas, no ar, no chão em que você pisa. No dito mundo espiritual. Nos animais, nos seres humanos. Na sua força de vontade, na sua mente. A magia já foi chamada de Grande Ciência Sagrada e como tal, existem aqueles que acreditam nela e a estudam. Esses foram comumente chamados de Magos. Os magos são seres evoluídos que buscam o domínio total de si mesmos e sobre a natureza. Isso foi o que minha mãe e meu mestre me disseram. – refletia Merak consigo mesma.
A maga vagava flutuando por um vácuo sem fim, de cores vibrantes e lúdicas onde apenas seres de luz pareciam habitar. Poucos eram aqueles que conseguiam transitar por lá. Apenas magos com forte ligação à magia eram capazes desse feito.
Eu não tive uma vida como as outras. Minha mãe me contou quando ainda era pequena que fui encontrada na porta do convento onde ela morava. Chovia muito aquela noite, segundo ela. As freiras me adotaram e cuidaram de mim até os meus cinco anos. Até que...
As lembranças de Merak invadiam sua mente. Como todos os dias que se projetava ao Campo Mágico para meditar, ela revisitava seu passado, sua história. Aquilo parecia aproximá-la ainda mais ao campo mágico e lhe dar forças. Podia enxergar pequenos fragmentos de sua vida até então. Era o ano de 1994, ela tinha 5 anos. Sua primeira manifestação consciente de magia foi fazer com que a areia do parquinho no centro da cidade acertasse uma criança que implicava com ela. Aquilo deixara as freiras completamente assustadas.
Aquele foi o meu fim. Não, na verdade ali foi o começo de tudo. Da minha vida como maga.
Merak lembrava-se da Madre Superior, uma freira já de certa idade. Com um olhar apavorante e cara de poucas amigas a acusando de bruxaria. A expulsando do convento.
Tudo graças a minha mãe.
A imagem de uma freira mais nova vinha nos fragmentos de sua mente. Ângela era o seu nome que, como tal era o significado, foi uma verdadeira anja para Merak, na época ainda chamada de Luna.
Mamãe me salvou. Cuidou de mim e me ensinou a entender minha “bruxaria”. Foi ali que ela deixou de ser uma Irmã e passou a ser minha mãe. Tive que esconder por anos minhas habilidades, com medo de ser julgada, tratada como aliada do diabo.
A imagem de Merak diante da lápide com o nome de Ângela lhe vinha. A dor que ela sentira na época veio junto. Mas tudo se acalmou dentro da maga quando a lembrança de um homem careca e de cavanhaque trajando um manto antigo e verde com pedras lhe veio.
Uvius, o mago mais poderoso deste universo. Hoje esse título parece ser meu. Ele me ensinou tudo o que eu precisava saber. Fez de mim a maga que sou hoje. Com ele eu aprendi o que era a magia de verdade. Com ele, mamãe aprendeu sobre o campo mágico e por isso conhecia tanto. Ele me resgatou logo que cheguei a Fantasia. Eu tinha 20 anos na época.Com ele eu ganhei um propósito, uma missão.
Merak continuava vagando pelo campo mágico, refletindo. Estava em pose clássica de meditação. Mas, sua reflexão logo foi interrompida por uma voz repentina que surgiu como um soco. “Socorro” a voz dizia alto. Se repetiu diversas vezes, cada vez mais alta. De tal forma que a maga já começava a sentir dores fortes de cabeça. Ela tenta alcançar a voz, acalmá-la. Era uma voz de mulher que, por mais alta que ressoasse na cabeça de Merak, notava-se estar fraca e com muita dor. Merak era tomada pela angústia e dor que a mulher sentia. Era uma dor enorme, como se algo lhe rasgasse o peito. Ela se preocupa, se desespera querendo ajudar a mulher, a procurando sem parar e sem sucesso. Perdera a conexão, despertando finalmente em sua casa, um casarão localizado no centro da cidade de Fantasia, datado do século XX.

MERAK, A RAINHA DA MAGIA em:
Visões e Aparições
Roteiro: Dan Lana         Arte: Dan Lana    Merak, criado por Rodrigo Pereira e Dan Lana

- Mestra? – Merak ouvia a voz de seu pupilo lhe chamar. Um homem que devia ter em torno dos 45 anos. Cabelos castanhos assim como os olhos, cujas laterais já denunciavam a idade. Apesar disso, tinha o corpo atlético e era bem apessoado. Usava um par de brincos, cada um em uma orelha. Uma camisa azul clara, um colete branco e brilhoso, calças sociais pretas em risca de giz e um sobretudo azul marinho com detalhes vermelhos e dourados. – Consegue me ouvir?
Merak ainda parecia se localizar, como se tivesse acabado de acordar. Ela ainda pensava na imagem da mulher que lhe pedia socorro. Estava sentada sob a mesa na sala de estar, trajando apenas um robe.
- É... – Aldo tentava desviar o olhar e os pensamentos tacanhos ao vê-la vestida daquela forma. – Desculpa aparecer assim e te atrapalhar, mas é que...
- Aldo? – ela enquanto se levantava e o olhava ainda confusa com seus pensamentos. – Que bom que está aqui.
- Você está feliz em me ver? – Aldo um tanto descrente. – Isso é novidade.
- Tem algo estranho ocorrendo. – ela o interrompia. – Posso precisar de sua ajuda.
- Eu ainda me surpreendo com alguém tão jovem sendo tão incrível assim. – elogiava o mago. – Então já percebeu o distúrbio, mestra?
- Distúrbio? – indagava Merak só conseguindo pensar na garota.
- Sim, o campo mágico foi perturbado. – Aldo lhe explicava. – Alguns Brus andaram aprontando no campo da normalidade. A senhora sabe o quanto eles gostam de causar desordem. Isso está desequilibrando as coisas.
Enquanto dizia isso tudo, Aldo seguia Merak até seu quarto onde ela se fechava em seu closet para se trocar. Após sua explicação ela finalmente sai, devidamente trajada com uma roupa arcana de tons rosa choque e detalhes dourados.
- Você veio até mim, algo que, a propósito, não faz com tanta freqüência, por causa de Brus? Eles não são uma ameaça tão grande assim... São apenas um monte de criaturinhas desordeiras.
- Normalmente eu daria conta realmente. – concordava Aldo. – Mas tem algo diferente dessa vez. Estão em maior quantidade.
- Quantos?
- O suficiente para se alimentar de toda a cidade.
- É, os Bru não são conhecidos por andarem em bandos tão grandes... – pensava Merak em voz alta. – Muito bem, Aldo. Me leve até seu último encontro com um deles.
Aldo cria um círculo mágico e o estica com as mãos fazendo com que um portal se abrisse. Eles atravessam o portal que os leva até uma rua deserta e descuidada, com muita sujeira e lixo espalhado, era uma rua que parecia ter sido abandonada, apesar de ser no centro da cidade.
- De fato isso está muito estranho. – ela comentava olhando para a placa que indicava rua e número. – A rua Pereira nº 34 foi isolada desde o assassinato que houve aqui. Os Brus gostam de lugares movimentados, com muitas crianças principalmente.
- Por isso lhe procurei. A senhora consegue rastrear? Os meus amiguinhos aqui não conseguem rastrear tantos. - dizia o mago balançando seus brincos.
- Se não tivesse abandonado seu treinamento, seria capaz disso. – Merak respondia, alfinetando Aldo.
Ele iria retrucar, mas ela faz um sinal de silencio para ele e, criando círculos mágicos em volta de sua mão, Merak consegue enxergar várias linhas arcanas deixadas pelos Bru ali, eram muitas de fato, mas todas seguiam a mesma direção – a Praça Central.  A praça, como o nome já dizia, ficava no centro da cidade. Era o centro do comércio de Fantasia e um dos lugares mais movimentados. Os dois magos se olham sabendo que ali era um prato servido para os Bru.
Não mais surpreendente, um grande portal se abre no centro da cidade. Uma verdadeira orda dos pequenos demônios de olhos negros e grandes, pele enrugada e chifres na cabeça surgem se espalhando.
- Aldo, você cuida daqueles e eu cuido desses aqui. – coordenava Merak.
- Certo, chefia, você quem manda!
Aldo corre na direção dos Brus que estavam prestes a atacar os muambeiros ambulantes despejando fagulhas mágicas para atraí-los enquanto que Merak levitava alguns e os jogavam contra outros que pareciam não terem fim. Os Brus provocados por Aldo caiam em cima dele o atacando ao mesmo tempo. Ele se vira com vários Bru montados em cima dele a ponto até mesmo de ofuscar sua visão. Merak vê aquilo e os levita para longe de Aldo.
- Obrigado, tava difícil aqui.
- Pare de brincar. – respondia Merak o repreendendo com o olhar. – Eles são Bru, mas lembre-se do porque foi me procurar. Tem algo errado nisso tudo.
- Nem por isso a gente não pode se divertir, não é mesmo? – dizia Aldo socando a cara de um Bru que se aproximava por trás.
O Detetive Arcano joga os Bru de volta no portal assim como Merak que enfim o consegue fechar enquanto Aldo se aproxima de um que deixara lá e o ergue pelo pescoço.
- Como foram capazes de abrir um portal desses, huh? – dizia o mago de forma bruta.
O Bru não dizia nada. Tinha medo nos olhos, mas o mago parecia não perceber.
- O que foi? – indagava Aldo. – Um Nekomata* mordeu sua língua?

*Nota: Nekomatas são uma espécie de gatos do campo demoníaco que possuem a cauda dividida em duas. São bastante comuns no folclore japonês.

- Vamos! – insistia Aldo. – Diga de uma vez!
- Oh céus... – Merak o interrompia se aproximando e abaixando o braço que segurava o Bru. – Você continua querendo fazer as coisas do seu jeito, não é mesmo?
- Mas...
- Este Bru está apavorado, por algum motivo. – explicava Merak. – Ele não vai dizer nada, está em transe por conta do pânico.
Merak toca a cabeça do demônio e se concentra.
- Você não tem do que se preocupar. – dizia Merak para a criatura como se a colocasse numa espécie de transe. – Está em segurança agora. Nada vai lhe atingir. Esvazie sua mente. Me conte nos seus pensamentos o que preciso saber. Ninguém vai descobrir.
Merak ia invadindo a cabeça do Bru aos poucos. Tudo ainda parecia turvo, ela ainda estava confusa e perturbada. A maga tenta ajudá-la a clarear sua mente enquanto procurava as respostas, mas só vê uma imagem distorcida de um ser em meio às sombras. Esse ser se levanta esticando a mão como se fosse pegar Merak, seguida de uma forte luz que a expulsa com força. A maga cai, mas é amparada por Aldo.
- Mestra, está bem?! – perguntava Aldo. – O que viu?
- Eu... Eu não sei... – ela ainda tentando entender. – Mas seja lá o que for, possui uma ligação muito forte com o campo mágico. Mais forte do que a minha. Ele... – dizia confusa. – Está vindo agora...
- Ele? Ele quem, mestra?
No momento em que Aldo perguntava aquilo, um novo portal se abre, esse carregava consigo uma forte ventania e os dois magos ali ficam diante de um homem com trajes antigos que lembravam os de um feiticeiro. O cabelo longo e negro. Possuía uma marca arcana em sua testa.
- Ela deve estar se referindo a mim... – dizia o homem saindo do portal com diversas criaturas demoníacas.  Arvanitis, o feiticeiro!
As criaturas criavam asas em forma de esqueleto de suas próprias costas e voavam aterrorizando a tudo. Enquanto outras corriam como se fossem enormes aranhas com um grande globo ocular. Diferentemente do que se costumava acontecer, dessa vez as pessoas pareciam conseguir ver as tais criaturas mágicas. Elas corriam apavoradas. Por onde se olhava, viam-se essas criaturas causando o caos. Aldo tentava as conter, impedi-las. Eram muitas.
- Ele não vai dar conta. – pensou Merak. – Eu estava tranquila em casa. Meditando. Aldo sempre trás suas bagunças até mim.
Ela conjurava armas atacando as criaturas, de machados e espadas até bestas e arco e flechas. Ela continuava a refletir.
- Ele tem quinze anos a mais do que eu e ainda assim parece um adolescente inconsequente... Sempre foi assim. Mas há coisas mais importantes com que me preocupar. Não há tempo de lhe dar sermão, eu preciso ajudá-lo. – Merak olha para o feiticeiro que ria escandalosamente daquilo tudo. – É tudo culpa desse feiticeiro... Não sei quem ele é. Apenas que se chama Arvanitis. – ela observa a runa na testa do feiticeiro. – Tem essa runa também... “O louco”.
Enquanto pensava tentando juntar as pontas, os monstros não paravam de vir. Ela se via agora costa com costa com seu pupilo. Os dois criavam círculos mágicos e os lançavam contra as criaturas. Aldo atacava as que vinham pelo solo enquanto Merak ataca os que vinham pelo ar.
- Me lembro do que o mestre me disse certa vez sobre essa runa...

[Flashback]
- Você sabe que runa é essa? – perguntava Uvius, o mestre de Merak.
- Sim, eu sei... – dizia a jovem Merak tentando puxar pela memória. – É... É... O louco! Certo?
- Exatamente, garota! – dizia Uvius orgulhoso de sua pupila. – Ela representa o poder e a culpa. Essa runa é usada para marcar os magos que se desviam do verdadeiro caminho da magia. São magos que se vangloriam apenas do poder e trazem desequilíbrio ao campo da magia e da normalidade.
- Então é a forma como o conselho arcano passou a condenar quem se desviasse...
- Exatamente. Você está cada vez entendo melhor, parabéns Merak.
[Flashback]

As lembranças de Merak eram interrompidas pelos devaneios do misterioso feiticeiro.
- Hoje é um dia de glória! – dizia Arvanitis. – Depois de tanto tempo eu finalmente consegui me livrar do meu aprisionamento! Vão minhas doces criaturas, espalhem o caos e tragam o terror! Este mundo logo será coberto pelas trevas de Arvanitis!
- Isso é o que vamos ver... – dizia Aldo lançando uma bola de fogo mágico contra o feiticeiro que a rebate contra ele. Aldo caía ajoelhado sentindo uma forte dor.
- Então ainda existem magos nos dias de hoje... – dizia Arvanitis se aproximando de Libellulus e o encarando de cima. – Lhe dou os parabéns pela coragem em tentar enfrentar a mim. Mas tudo isso é uma tolice, enfrentar teu soberano dessa forma. Ajoelhe-se diante de mim e reconheça vossa insignificância, mago tolo.
- Ja... – Aldo dizia com muita dor, como se sentisse seu próprio ataque o queimar por dentro. – Jamais... Você se acha um grande mago? – Aldo provocava. – Pois eu tenho uma novidade pra você... – ele se levanta sorrindo e encostando no vilão. Falando colado na cara dele. – Você não é...
O mago dava vida às poucas árvores à sua volta as fazendo atacar o feiticeiro que tentava se desvencilhar inutilmente.
- Ajoelhe-se você! – Aldo rebatia já considerando a vitória.
- Você é um tanto petulante, não é jovem arcano? – Arvanitis sorria. – Acha que um mero truque de mágica lhe garantirá a vitória? Vais sofrer por tua ousadia, lacaio da luz!
Arvanitis quebra os troncos da árvore que o seguia e a queima com o fogo produzido em suas mãos.  – Sinta-se grato, pois irá perecer nas mãos do maior feiticeiro de todos!
O feiticeiro cria um feitiço que aumentava suas mãos esmagando o corpo de Aldo até que o mesmo viesse a desmaiar. Aquilo fizera Merak, que estava o tempo todo procurando uma forma de derrotar o feiticeiro, largar toda sua calma e sabedoria. Ela avança contra o feiticeiro usando um machado, mas é inútil. Ele a acerta ainda com suas mãos enormes e então pressiona o corpo dela com força. No entanto, o feiticeiro sente um enorme calor nas mãos que o fazem a soltar e desfazer o feitiço, voltando a ficar com as mãos em tamanho real.
- Não sei o motivo pelo qual foi banido a outro plano. – ela dizia referindo-se à marca na testa. – Mas você cometeu o erro de voltar e invadir o meu mundo. Machucou o meu pupilo idiota. E isso me irritou. Me irritou muito mesmo. Somente eu posso machucar ele!
As pupilas de Merak desaparecem diante de tanto poder mágico. Carros e diversos objetos começam a flutuar no que ela caminha em direção ao feiticeiro.
- Todo esse poder... – Arvanitis parecia surpreso e impressionado. – Sim, não tenho dúvidas! Só pode ser isso... Mas como?! Aqueles desgraçados, eles fizeram isso, não foi? Sim, tenho certeza! Você é...!
Antes que pudesse completar seu pensamento, os objetos são todos lançados contra o vilão. A maga continuava parada ali, ela esperava o que sabia que aconteceria. O feiticeiro expulsa todos os carros jogados em cima dele mostrando uma barreira mágica. Irritado e cansado, ele decide partir para a briga contra Merak que apenas o empurra com magia.
- Tens uma conexão com o campo mágico incrível. Estou impressionado.
- Acredite, você não viu nada ainda. – ela estica a mão diante do rosto do feiticeiro que para quando se levantava, ficando ajoelhado diante de Merak. – Muito bem. Está ajoelhado diante da Rainha da Magia.
O feiticeiro não havia se tocando. Não sabia se sentia ódio ou ria daquela ironia. Merak estava sorrindo de canto, um sorriso debochado que incomodara o feiticeiro.
- Exgourp... – ela entoava o feitiço tocando a runa na testa do vilão com o indicador.
Arvanitis sentia seu corpo virar energia. Ele ria de raiva lançando um olhar de ódio para a maga no que desaparecia por completo. Ela cria diversos portais no que Libellulus recobra a consciência e então ela expulsa as criaturas sobreviventes. Em seguida, os dois apagavam as memórias das pessoas que haviam testemunhado tudo e voltam para a casa de Merak.
- Que bom que você conseguiu dar um jeito naquele feiticeiro. – dizia Aldo acendendo um cigarro. – Sabia que a senhora ia dar um jeito.
Merak olha de canto para algo mexendo os dedos da mão rapidamente. O rapaz tomava um susto ao ver seu cigarro virar um pirulito. Merak odiava o cheiro do cigarro.
- Arvanitis ainda está por aí. Não consegui bani-lo de volta para sua prisão, foi uma solução provisória.
- Hm... – Aldo parecia se deliciar com aquele pirulito. – Tenho certeza que vai conseguir dar um jeito nisso, mestra.
- Não vai ser fácil. Eu senti uma grande conexão entre ele e o campo mágico. Arvanitis é um feiticeiro perigoso. Não vai desistir tão fácil, é bom nos prepararmos.
- Nah, eu to confiante. Certeza que não será... – Aldo é interrompido por grito muito alto de Merak que se encolhe no chão. Ele corre até ela preocupado. – Mestra! O que foi?! Você está bem?!
- É aquela mulher! – ela dizia sentindo muita dor. Aldo não entendia nada. – Está tentando falar comigo de novo!
- Mulher? Mestra... Do que está falando? Eu não...
A dor aumentava ainda mais. Merak olha para a frente e, diferentemente de antes, via a mulher agora ali, diante dela, como se fosse uma projeção.
- Socorro! – dizia a mulher. – Me ajuda, por favor!
Continua em Iniciativa Mindstorm Nº 1...

Querem saber quem é essa mulher misteriosa na cabeça de Merak e o que vai acontecer daqui pra frente? Fiquem ligados nas próximas edições!

Merak, Rainha da Magia

Arvanitis, o Feiticeiro
Aldo Libellulus, o Detetive Arcano