" - Reza a lenda... Quando o céu rasgar-se em fogo e a Terra chorar cinzas, surgirá o Ekzyliön, aquele que carrega o peso dos mundos e a chama da renovação. Dele nascerá o julgamento e a esperança, pois quando tudo perecer na sombra... será nas mãos dele que o destino da luz decidirá permanecer... Ou se extinguir... Mas será apenas uma lenda? ”
Nosso protagonista inicia mais um dia nesse Brasil impensado e pós uma devastação mundial sem precedentes, e apesar de sua atenção focar em outro personagem momentaneamente, o tempo e as situações não lhe permitem mais que isso! Uma nova situação surge, e ele ruma para uma nova história, um novo trauma, e uma nova incursão demoníaca em nosso mundo, ainda não compreensível... Porém desta vez, novos personagens surgem, e talvez a "caça" silenciosa até aqui empregada, possa estar com seus dias contados...











4 Comentários
O segundo episódio de Ekzyliön foi postado e como sempre, trouxe uma escrita impecável, com cenas muito bem definidas e batalhas muito bem descritas, mantendo o sarrafo alto em relação ao seu trabalho.
ResponderExcluirMas, meu comentário quer ir além do óbvio.
É com grande satisfação que vejo a evolução de um escritor que; além de manter a qualidade do seu estilo épico de escrita, dá um passo adiante muito significativo; trazendo sem medo suas concepções filosóficas e religiosas de mundo, sem ser agressivo ou, proselitista.
Ao romper essa barreira, que começou com Indomável, avançou com Utopia do Mal , você, de modo brilhante, além das batalhas e cenas cinematográficas de ação, traz temas transcendentais que obrigam ao leitor refletir.
O bem e o mal aqui, é tratado de forma madura, sensível e com uma mensagem clara: das trevas mais insanas é possivel ver uma réstia de luz...
Uma abordagem corajosa que, trata-se a eterna dicotomia entre o bem e o mal de uma maneira que foge dos clichês convencionais.
O protagonista é extremamente humano , com seus medos e dúvidas expostas
Mas isso não o impede dele fazer o que tem que ser feito.
Isso é ser heroi...
Trememendo por dentro, pois o medo existe, o herói supera e segue em frente.
Bela mensagem!
Prossiga assim, meu amigo !
Como leitor e fã, estou curtindo muito sua coragem.
Meus parabéns!
Meu amigo… que comentário sensacional, de verdade, muito obrigado por esse olhar tão generoso e tão atento ao que estou tentando construir, ler algo assim deixa qualquer autor com o coração cheio. Fico feliz demais que tu tenha percebido essa evolução, eu tenho mesmo tentado dar passos pra fora da zona de conforto, não só nas cenas épicas ou nos confrontos, mas principalmente nessas camadas mais filosóficas e espirituais que, querendo ou não, fazem parte de quem eu sou. Indomável abriu essa porta, Grund-Tharg destruiu as resistências do meu eu, e Utopia do Mal empurrou essa ideia mais um pouco. Agora Ekzyliön tá entrando de vez no terreno onde eu sempre quis pisar: o lugar onde ação, alma, dilema humano e transcendência caminham juntos. E o que tu falou sobre o bem e o mal me tocou muito, porque é isso mesmo: eu não quero aquela coisa preta e branca, simplona, um é bom e o outro é mau, eu quero mostrar que até nas trevas mais grotescas existe uma fresta, por vezes, porque a vida é assim, ela não é 2 + 2, ela é muito mais complexa, mais humana, mais dolorosa. Sobre o protagonista... cara, obrigado por notar isso. Ele é humano até a medula, pelo menos no quesito ,mente e espírito... Não é o herói invencível, é o herói que lhe é possível. E, pra mim, isso é muito mais inspirador, comentários como o teu fortalecem demais o meu caminho, me animam, me desafiam, e me lembram que vale a pena colocar o coração na escrita. Obrigado de verdade, meu amigo, seguimos juntos, e pode ter certeza: ainda vem muita coisa pela frente. \0/
ExcluirUm capítulo bem interessante.
ResponderExcluirVocê está conseguindo fazer um Brasil pós apocalíptico bem diferente, o que se pega pelos detalhes apontados aqui e ali.
Acho bacana tbm o protagonista ainda não ter seu nome revelado, deixando no suspense e aos leitores fica aquela vontade de saber o que está acontecendo, principalmente a relação dele com o que lhe dá seus poderes, que aqui já mostra que pode ser uma relação menos amistiosa do que eu imaginei no primeiro capítulo.
Outro ponto positivo foi a forma que mostrou o que levou o Marcos a ser possuído, primeiro mostrando-o como a ameaça e depois com um "pulinho" no passado para entender como ele chegou ali. Muito bom.
Meus parabéns por mais essa obra amigão!
Meu velho, valeu demais pelo comentário! Fico muito feliz que tu esteja curtindo esse Brasil pós-apocalipse do jeito que eu tô tentando construir, tô me esforçando pra fugir do óbvio e criar um cenário que seja devastado, mas ainda cheio de detalhes que dão aquela vida própria, e saber que tu percebeu isso me deixa muito satisfeito. Sobre o protagonista sem nome… era exatamente essa a intenção, queria deixar esse mistério no ar, fazer o leitor sentir que tem algo ali que ainda não deve ser dito e, ao mesmo tempo, ir construindo essa relação dele com aquilo que concede os poderes, acho que vai curtir quando souber mais sobre. E sim, essa relação é bem menos “amiga” do que muita gente imagina, tem tensão, tem conflito, tem dúvida, tem peso, mas é amarrada em pontos mais sólidos e menos voláteis, aos poucos vai ficando mais claro e espero que tudo fique devidamente explicado. E que bom que tu curtiu a abordagem do Marcos, mostrar ele primeiro como ameaça e depois voltar pra revelar o que o levou àquele ponto era algo que eu queria muito testar, é uma das minhas metas dar humanidade até pros que caem - em algumas vezes claro - mas no geral, a maioria não vira um monstro do nada. Fico feliz que esteja curtindo, agora é manter a mão. Obrigado de coração por acompanhar e por sempre deixar comentários tão completos e generosos, tu sabe que isso me norteia e muito para criar sempre um texto melhor e mais atrativo! Valeu de verdade meu amigo, espero que possa continuar acompanhando a saga, e bora seguir que ainda tem muito chão nessa história. Abração e valeu mesmo!! \0/
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