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Ekzyliön - Caso 8 - Muitas perguntas, poucas respostas!

  

" - Reza a lenda... Quando o céu rasgar-se em fogo e a Terra chorar cinzas, surgirá o Ekzyliön, aquele que carrega o peso dos mundos e a chama da renovação. Dele nascerá o julgamento e a esperança, pois quando tudo perecer na sombra... será nas mãos dele que o destino da luz decidirá permanecer... Ou se extinguir... Mas será apenas uma lenda? ”

Salve, salve galera, tudo bem com todos? Esperamos que sim! Estamos de volta, compartilhando meu mais novo trabalho autoral, Ekzyliön (pronuncia-se “équiziliôn”). 

Khalamyr e Clarysse deixam a cena, e ambos caminham sabendo que nada mais seria como antes, era necessário que ambos conversassem e principalmente, Clarysse precisava de informações para poder seguir seus dias com o mínimo de lucidez!

Khalmyr fica fiel à manter sua promessa, e explica tudo que pode, ao passo que Clarysse, questiona e expõe tudo que tinha em seu íntimo sobre os acontecimentos, mas ao final, ambos percebem que, tinham muito mais perguntas, que respostas úteis...

Prontos para mais uma visão, do pior e do melhor do ser humano? Então sem mais delongas, com vocês, o novo episódio de Ekzyliön!






Conto com vocês para embarcarem nessa nova aventura comigo uma vez mais e, sempre lembrando, leitura, comentários, compartilhamentos… tudo que faz um escritor apaixonado sorrir de orelha a orelha é sempre muito bem-vindo!


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4 Comentários

  1. Taí um daqueles capítulos onde não existe ação e um escritor menos capacitado poderia cair na armadilha de deixar o texto monótono, ainda mais sendo um texto tão extenso.
    Mas você conseguiu deixar a conversa extremamente fluída, aproveitando para criar uma ambientação perfeita, a pizzaria, a forma como ambos conversavam, pausavam quando alguma dúvida surgia, nas perguntas ou nas formulações das respostas, tudo ao redor, foi extrema e minimamente detalhado, foi como se eu estivesse "assistindo" a tudo, sentado ali, do ladinho do casal, escondido, só de ouvido em pé, prestando atenção ao papo deles (e, puxa, deu vontade de comer uma pizza agora)
    Mandou muito bem em mais esse capítulo amigão! Mal posso esperar prá ver o próximo e descobrir como começou o "acordo" entre o Khal (tbm achei mais fácil falar assim) e o Eryon.
    Parabéns!

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    1. Salve Norb, gratidão pela leitura e apoio de sempre cara! Então, escrever diálogos é sempre tenso, principalmente quando os personagens precisam ir além do escritor, Clarysse muito ávida por respostas e extremamente inteligente e astuta, e Khalamyr, a serenidade e empatia coesa, que consegue navegar no meio desse furacão de sentimentos que foi o acontecido com eles na última aventura! Se imaginar no lugar deles e gerir as duas partes sem perder o "equilíbrio", é tenso, é difícil, e a insegurança bate muito forte! Ontem quando me chamou achei que iria citar coisas assim, tipo "olha, isso aqui ficou meio confuso" ou ainda "olha, isso aqui não ficou verossímil", mas felizmente foram erros de grafia, e respirei aliviado, mas sem dúvida alguma, saber que tu conseguiu adentrar a pizzaria e observar a conversa deles como se lá estivesse, é o que realmente coroou esse episódio como "missão cumprida", porque sério, eu estava muito preocupado com ele, pois realmente é bem difícil guiar algo que não faz parte do teu dia a dia ou do teu normal, digamos assim! Quanto a pizza, vamos ter de providenciar isso, como disse ontem, é o ônus e o bônus que vale à pena viver kkkkkk! Mas enfim, uma conversa longa em cena viva, onde o leitor senta junto, ouve junto, sente junto, e ainda sai com fome de pizza e curiosidade ansiosa pelo que vem pela frente, é o reconhecimento mais puro que um autor pode receber. Gratidão Norb!! \0/

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  2. Grande Lanthys!

    Do jeito qie imaginei que seria.

    Diálogos densos.

    Hesitações.

    Confronto com a verdade.

    Dúvidas.

    Medo de ferir.

    Empatia

    Autoconhecimento.

    Sou suspeito em falar, mas esse tipo de narrativa, além de fazer parte do estilo que adoto e se tornou marca registrada da minha escrita ( para o bem e para o mal), mostra aquilo que sempre digo.

    Os personagens pensam.
    Tem dores e traumas.
    Sonhos, frustrações e arrependimentos.

    Amam.

    Odeiam.

    Erram.

    Acertam.

    Se reconstroem.

    Ou seja, tem alma.

    Khalamy e Clarysse tiveram um diálogo nessas proporções.

    Você tomou cuidado com cada palavra, com cada pausa, sintetizando de maneira perfeita, a complexidade de um diálogo repleto de nuances e contradições.

    A lição de olhar para si e aceitar que todos erramos, mas que o erro não nos define como pessoas se buscarmos de coração evoluir, foi a grabde lição do capítulo

    Nem só de tiro, porrada e bomba é feito um capítulo.

    Fico feliz que tenha absorvido esse conceito.


    Meus parabéns!

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    1. Salve Antônio, gratidão pela leitura e pelas palavras, cara! Fico imensamente feliz em ver que você sentiu e reconheceu exatamente aquilo que eu me esforcei pra construir, cada hesitação, cada dúvida, aquele peso de saber que palavras podem ferir e, mesmo assim, precisam ser ditas, e como comentamos, isso não fazia parte da minha escrita antes, ou seja, consideremos que é uma evolução muito bem-vinda! E tu tocou no ponto que pra mim é muito importante, que é manter a personalidade do personagem! Ele precisa ser quem foi definido, isso não quer dizer que não possa mudar com o passar do tempo, dependendo da situação isso é completamente viável, mas num diálogo, na situação deles, era preciso lembrar que os personagens têm alma, e ter alma e passar por coisas traumáticas, faz doer, errar, temer, se reerguer, assim como a gente. E saber que esse cuidado em cada palavra e cada pausa chegou até ti, que tu percebeu as nuances e essa mensagem de que o erro não nos define se buscamos evoluir de coração, véio, isso é sem dúvida, um grande reconhecimento ao meu texto, obrigado cara! Com o passar do tempo, das escritas, dos trabalhos, a gente percebe, história não é só movimento, é também o que se passa por dentro de cada um, e fico imensamente feliz que tenhamos esse mesmo entendimento. Muito obrigado por sempre acompanhar e enxergar além das palavras nos textos que crio meu amigo, valeu demais! Seguimos juntos! \0/

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