Loading....

Ekzyliön - Caso 1 - Entre cânticos e armas!


" - Reza a lenda... Quando o céu rasgar-se em fogo e a Terra chorar cinzas, surgirá o Ekzylliön, aquele que carrega o peso dos mundos e a chama da renovação. Dele nascerá o julgamento e a esperança, pois quando tudo perecer na sombra... será nas mãos dele que o destino da luz decidirá permanecer... Ou se extinguir... Mas será apenas uma lenda? ”

Salve, salve galera, tudo bem com todos? Esperamos que sim! Estamos de volta, compartilhando uma novidade que me deixa muito animado: estou lançando meu mais novo trabalho autoral, Ekzyliön (pronuncia-se “équiziliôn”). 

Essa saga vem com uma proposta totalmente nova, um "novo" universo próprio, com abordagens que ainda não explorei antes. Aqui, pretendo apresentar um (ou vários) personagens mais humanos, sem aquele perfil "overpower" - e nem por isso menos poderosos ou incríveis - de meus trabalhos anteriores, com falhas, medos e escolhas que realmente refletem um ser humano de verdade. Misturei lendas e misticismos de vários cantos do mundo, e coloquei tudo isso num cenário pós-apocalíptico, com foco no Brasil, mostrando um futuro devastado, mas com muita vida e história para contar.

O maior desafio dessa aventura é fazer com que Ekzyliön seja realmente diferente de tudo que já escrevi, nada de sentir ou reconhecer modos de agir e pensar de personagens como Lanthalder, Indomável ou Grund-Tharg, é e precisa ser, para atender o desafio a que me propus, uma saga totalmente nova, livre e própria. Não vou dar mais detalhes da aventura em si, porque quero que descubram tudo aos poucos, junto comigo!

Sem mais delongas, com vocês, o novo episódio de Ekzyliön!





Conto com vocês para embarcarem nessa nova aventura comigo uma vez mais e, sempre lembrando, leituracomentárioscompartilhamentos… tudo que faz um escritor apaixonado sorrir de orelha a orelha é sempre muito bem-vindo!

4 Comentários

  1. Uma ótima estréia!
    Todo o cenário desse mundo futuro alternativo e apocalíptico ficou muito bem narrado e "desenhado" e só os acontecimentos que levaram a essa atual realidade poderiam render excelentes one shots especiais, complemetando ainda mais esse cenário.
    Gostei da música de abertura e ainda mais da letra no final, para poder acompanhá-la enquanto eu colocava mais de uma vez para ouvir. Bem legal mesmo.
    A cena da invasão do possuído e o posterior confronto ocorrido e uma outra dimensão ficou muito bem feito e detalhado, ao passo que, como você comentou na apresentação, não ficou tão grandioso, mas, ainda assim repleto de detalhes impressionantes, mostrando que o Anfitrião pode vir a mostrar muitas cenas grandiosas no futuro.
    O final ficou bem amarradinho e mesmo não deixando nenhum gancho imenso, ainda assim a história como um todo, já anima e deixa ansioso pelo próximo capítulo.
    Parabéns amigão!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Fala Norb, valeu demais pelo carinho! Fico muito feliz que tu curtiu a estreia, esse mundo todo aí deu um trabalhinho pra adaptar, então saber que funcionou é recompensa mais do que satisfatória, sem dúvida. Esses acontecimentos antes da história principal realmente dão pano pra manga… quem sabe mais pra frente eu não faça uns especiais, que sem dúvida podem enriquecer muito a construção de tudo que levou até esse ponto trágico... Seria sem dúvida bem-vindo... Quanto a música, eu queria testar minha capacidade de gerar músicas IA, e fiquei em dúvida com o resultado final, mas com teu comentário, já fico mais tranquilo e creio que tenha ido no mínimo, no caminho do aceitável! Fiquei testando umas mil vezes pra ver se combinava com o clima, então ler esse retorno dá um baita gás. A cena do possuído e da outra dimensão era exatamente esse equilíbrio que tu falou: não queria, nem podia, demonstrar tudo logo de cara, mas precisava também dar um gostinho do que o Anfitrião é capaz, o que iria sem dúvida ser definitivo para querer ou não continuar na leitura, afinal, textos que não te deixam "presos" ao mínimo, tu naturalmente não tem um interesse por continuar a ler, as te garanto, tem coisa grande planejada, só preciso ser capaz de expressar o que quero mostrar. E sobre o final… Como disse na apresentação, quero que seja diferente do que já escrevi, então preciso me inovar, eu quero deixar tudo redondinho e interessante, mas é necessário que tome cuidado com repetições, pra tentar manter essa meta, fico feliz que tenha ainda assim curtido! No mais, obrigado mesmo meu irmão, comentários desse nível são o tipo de coisa que faz a gente seguir firme nos intentos "escrivinhatórios", próximo capítulo já tá no forno, valeu por tudo!! \0/

      Excluir
  2. Grande Lanthys!que parece estae
    Mais uma estrela daquelas!

    Texto primoroso, trazendo um heroi diferente...
    Que atua no anonimato, de modo furtivo, mas implacável.

    O seu texto tem cenários enunciados pela suas crenças e isso eu falarei em off...

    Brasil, "o coração do mundo ", pós guerra.

    Mas, você trouxe, ao invés do convívio harmônico, o preconceito enraizado travestido de fé religiosa cega e insana.

    O "Deus" do marombeiro não é o mesmo que eu e você acreditamos.

    Deus é paz!
    Deus é amor!
    Deus é misericórdia!

    Uma leitura atual de nossa sociedade corrompida.

    O marombeiro representa o aue vemos hoje...

    Pessoas falando e fazendo atrocidades em nome de Deus.

    Nesse cenário apocalíptico, Ekzyliön é a chama da esperança oculta dentro de nós.

    É a resistência que parece estar escondida dentro de nós, mas está lá...

    Existe e resistência!

    Parabéns!
    Vida longa ao Ekzyliön!!!!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Grande amigo Jirayrider, que baita comentário, valeu demais por todo esse olhar atento e essa leitura profunda do capítulo. Fico muito feliz que tu tenha sentido essa pegada diferente do herói, a ideia sempre foi essa mesmo: alguém que age nas sombras, sem medalha no peito, sem capas ou uniformes ou mesmo a capacidade de um tanque de guerra, mas com um peso absurdo nas costas. Furtivo, mas firme. Quieto, mas necessário. E sobre o cenário… tu captou exatamente o espírito, esse “Brasil” pós-guerra carrega a beleza e a ruína ao mesmo tempo, e tu foi cirúrgico ao notar como eu puxei essa distorção da fé. Porque, né… o “Deus” do marombeiro aí não tem absolutamente nada a ver com o Deus que a gente sente no peito. Esse fanatismo cego, essa loucura travestida de religião… é infelizmente a realidade de várias sociedades quebradas, embora eu não tenha buscado me aproximar exatamente disso, mas inevitavelmente, vemos nossas sociedades, infelizmente!. E tu resumiu perfeitamente: Deus é paz, é amor, é misericórdia, o resto é só gente projetando a própria podridão e botando o nome Dele pra justificar. O Ekzyliön nasce justamente nesse caos, ele é essa resistência silenciosa que, por mais escondida que pareça, nunca some, é a centelha que teima em sobreviver mesmo quando o mundo quer apagar. Valeu demais pelas palavras, de verdade, comentário assim dá um gás absurdo pra continuar tocando a história adiante, vida longa ao Ekzyliön, e obrigado por caminhar junto comigo nessa jornada, meu velho, grande abraço!! \0/

      Excluir